Português
Os Portugueses e o Estado-Providência
Este livro resulta de um inquérito por questionário aplicado em 2008, no início da maior crise económica e financeira da nossa geração. O tema foi o Estado-Providência, a sua sustentabilidade financeira, desempenho e perspectivas futuras. O organizador convidou alguns dos principais especialistas portugueses para analisar as diferentes valências do nosso Estado social, da educação, saúde e segurança social a problemáticas como o envelhecimento da população, o desafio da precariedade entre os mais jovens e o papel do terceiro sector.
Bem Comum
A reflexão em torno do «bem comum» ganha particular relevância em momentos de crise e transição. Não só porque o risco de desestruturação das instituições se associa à incerteza relativamente ao que elas poderão ser no futuro, mas também porque os valores que a noção de «bem comum» evoca são testados com particular intensidade em momentos de mudança. Em Portugal, todas estas questões ganham acuidade e encontram um contexto de debate e de verificação relevante e diversificado, como se constata pela própria diversidade dos textos publicados neste livro.
Criatividade Profissionalização
Num tempo em que novos desafios se colocam à sociedade contemporânea, este livro contribui de forma valiosa para a análise das transformações nas subjectividades dos jovens, sugerindo novas concepções sobre a criatividade e a profissionalização.
A Cidade como Narrativa
As cidades e as suas histórias. Lugares a serem conhecidos, traçados, vias e circuitos. Não obstante a economia das mobilidades contemporâneas, que prioriza a rapidez e precisão do conhecimento nas práticas de viagem, as narrativas sobre as cidades perduram ao longo dos anos.
A Sombra das Ditaduras
Nos últimos anos, a agenda de «como lidar com o passado» tem vindo a ser cada vez mais associada à qualidade das democracias contemporâneas. Vários anos após o colapso das ditaduras do século XX, as democracias consolidadas decidem revisitar o seu passado, quer de forma simbólica, para superar legados históricos, quer, por vezes, adotando medidas de retribuição, para punir as elites associadas aos regimes autoritários que as precederam.
Arte Popular e Nação no Estado Novo
A generalidade da investigação tem olhado para o conjunto das práticas e dos discursos etnográficos promovidos pelo Secretariado da Propaganda Nacional (SPN) entre 1933 e 1950 como um epifenómeno da ideologia conservadora e ruralista, dominante no pensamento de Salazar. Este livro mostra-nos como tais análises deixam de fora aspectos decisivos da intervenção folclorista do SPN/SNI.
Ciência Profissão e Sociedade
Numa época em que a ciência se torna tão visível na vida contemporânea e em que tanto se apela à mobilização da sociedade civil, as associações e sociedades científicas são um interveniente a ter em conta. Sendo um tipo de organização já centenário, tem sido muito pouco estudado. Mesmo num sistema científico de pequenas dimensões como o português, as associações científicas ultrapassam as três centenas e meia e o seu número não para de crescer.
Adolescência e Autonomia
Eis-nos perante um livro que nos transporta às encruzilhadas da autonomia dos jovens adolescentes, onde se jogam irreverências e transgressões, espaços de intimidade e de sociabilidade, conflitos familiares e existenciais, sonhos do presente e do futuro, conquistas de liberdade e de independência. Um livro cujas conclusões valem pelos caminhos que as alcançam, do mesmo modo que as chaves teóricas usadas se revelam adequadas pelas fechaduras que abrem a valiosas interpretações sociológicas.
José Machado Pais
Estado, Regimes e Revoluções
Este livro é uma homenagem ao investigador e académico Manuel de Lucena, cuja obra sobre o corporativismo foi pioneira e é referência obrigatória na história e na ciência política, a que se juntaram outros temas mais gerais, como os totalitarismos, mudança revolucionária, reconstrução constitucional pós-autoritária, grupos de interesses e descolonização portuguesa.
Fazendo Género no Recreio
Como é que um rapaz se torna «respeitado» pelas/os colegas? E o que acontece se não o conseguir? Qual é a diferença entre «pitas» e raparigas «normais»? Que papel desempenha a coscuvilhice na vida das/os adolescentes? E o que mais acontece no recreio das escolas portuguesas?



