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Lufa-Lufa Quotidiana
Este livro começa por abordar o tempo e a falta dele na chamada lufa-lufa quotidiana. Tomando temporalidades de longa duração, explora a passagem do paradigma da lentidão para o paradigma do encontrão, dando também conta de como na vida urbana se vem assistindo à perda de relevância do ouvido em relação ao olhar.
Tudo o que sempre quis saber sobre a Primeira República em 37 mil palavras
Ainda hoje, a expressão Primeira República faz-nos pensar em situações complicadas: a desordem pública, os conflitos com a Igreja, a guerra nas trincheiras da Flandres, a instabilidade ministerial, o desprestígio da classe política, os golpes militares, os anarco-sindicalistas, a incapacidade do Estado, a pobreza. Se a Primeira República fosse tão negra, porque continuaríamos a falar dela cem anos depois com um fascínio renovado?
O Gosto pela História
Reúnem-se neste livro estudos recentes realizados pela autora. Caracterizando-se pela sua diversidade temática, o elo comum reside nas interrogações sobre as origens da nossa contemporaneidade, em perspectiva comparada, Reflexões metodológicas sobre a escrita da História abrem o volume. Novos temas como a articulação entre nação, cidadania e religião ou as origens do Estado-Providência convivem com a releitura de alguns temas já tratados pela autora, como os primórdios do liberalismo.
A Política de Defesa Nacional 1919-1958
«António Paulo Duarte dá neste livro um olhar arguto sobre a evolução da política militar e de vertentes da estratégia nacional, amplamente documentado, conceptualmente enquadrado, rigoroso e exaustivo. Através desta obra podemos acompanhar a forma como o pensamento militar nacional evolui desde as concepções de ‘Guerra Total’ nos anos 20, passando pela edificação do Estado Novo, acompanhando a tentativa de erguer uma defesa credível na 2.ª guerra mundial, compreendendo os impasses gerados pela difícil adaptação à guerra fria e as respostas que a adesão à NATO lhes dá.
Novos Trilhos Culturais
Este livro explora possíveis «novos trilhos culturais» num contexto de novos rumos societais. Isto tanto a nível das práticas quanto das políticas. Espera-se que ele possa contribuir para uma reflexão em torno de múltiplos questionamentos que inquietam investigadores e agentes culturais. Por exemplo, quais os mecanismos de promoção ou gestão da diversidade cultural? Qual o lugar das práticas culturais na formação ou sensibilização dos públicos da cultura? Que relações estabelecer entre os públicos e as políticas de cultura?
A Adesão à Terapêutica em Portugal
A adesão à terapêutica é uma questão vital para garantir a plena eficácia dos medicamentos em benefício dos doentes. É também importante para o desempenho dos profissionais de saúde e do próprio sistema de saúde, no sentido de melhorar simultaneamente a eficácia das terapêuticas e a eficiência dos investimentos, proporcionando melhores ganhos de saúde e mais qualidade de vida.
Profissão e Vocação
A reflexão em torno dos temas profissão e vocação é o mote para os onze ensaios de cientistas sociais portugueses aqui coligidos. Dos artistas aos médicos, dos militares aos curandeiros, dos arquitectos aos operários, estes textos analisam diferentes vertentes do que constitui a experiência e as trajectórias de diferentes grupos profissionais.
Outros Orientalismos
Outros Orientalismos analisa diferentes formas de conhecimento sobre a Índia, através da circulação de pessoas, ideias, saberes, imagens e objectos entre Florença e Bombaim.
Folhas Ultras
O nacionalismo em Portugal, difuso e coeso durante a consolidação do Estado Novo, é abalado pelo eclodir da Segunda Guerra Mundial e o seu desfecho. Apesar disso, há uma jovem geração que se radicaliza graças a Alfredo Pimenta, polémico intelectual que se solidariza com o fascismo e o nacional-socialismo, considerado um mestre para esta direita radical.
Livros Brancos, Almas Negras
Este estudo tem como objecto central a análise histórica da proclamada «missão civilizadora» do colonialismo português entre 1870 e 1930, período marcante da história colonial nacional e internacional. Os seus fundamentos, os seus princípios e justificações, assim como as suas reais concretizações, são avaliados na sua relação com o aspecto fundamental do colonialismo português de finais de Oitocentos e de princípios de Novecentos: a questão do trabalho indígena.



