Português
O Crepúsculo dos Grandes
A aristocracia portuguesa do Antigo Regime, criticada pelos liberais no século XIX e recorrentemente comentada pela historiografia desde então, foi pela primeira vez estudada de forma sistemática neste livro. O grupo cristalizou-se com o fim da Guerra da Restauração como elite de corte da nova dinastia reinante da Casa de Bragança, mantendo uma impressionante estabilidade até finais do século XVIII.
Uma Monarquia Constitucional
Neste livro, António Manuel Hespanha observa o sistema jurídico e político português do século XIX a partir de metodologias que renovam a investigação sobre a história institucional, política e jurídica do Portugal oitocentista. As suas interpretações questionam a concepção de rutura «que os revolucionários faziam da própria revolução» e realçam as continuidades entre esta monarquia constitucional e a monarquia do período anterior, que designou de «tradicional».
Portugal e Brasil em Mudança (1808-1822)
1808 a 1822 foram anos decisivos de mudança. O Brasil tornou-se uma nação independente. Portugal substituiu a monarquia absoluta por um regime de monarquia constitucional. A meio do percurso, em 1815, a proclamação do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves foi uma miragem que ajudou a compreender a inevitabilidade de dois destinos separados, ainda que irmanados pela nostalgia de um império em ruínas.
Missões, Museus e Antropologia
Este livro explora as relações entre missionação católica, colonialismo, museus e antropologia através da história de duas colecções reunidas pelos missionários da Congregação do Espírito Santo em Angola. A trajetória destas colecções desenrola-se desde a segunda década do século XX até ao início do período pós-colonial, quando ingressaram no que são hoje o Museu Nacional de Etnologia (Lisboa) e a secção de antropologia do Museu da Ciência da Universidade de Coimbra.
Mobilidades Socialistas
Este livro estuda os moçambicanos e angolanos que emigraram para a Alemanha de Leste, no final da década de 1970 e ao longo da década de 1980, ao abrigo de programas patrocinados pelo Estado. Deslocaram-se para trabalhar e receber formação como força de trabalho de vanguarda para as desejadas revoluções industriais africanas e durante a permanência na Alemanha de Leste contribuíram com a sua força de trabalho para a economia desse país. O livro baseia-se em mais de 260 entrevistas de histórias de vida, que revelam experiências complexas e contraditórias e encontros transnacionais.
Colonizar a Metrópole
A colonização interna foi uma imaginação recorrente no Portugal moderno. Colonizar os baldios de Trás-os-Montes ou os «incultos» dos latifúndios alentejanos foi uma preocupação de diversos intelectuais, políticos e engenheiros desde Oliveira Martins até aos anos 1960.
Portugal e os Retornados
Como é que os portugueses e, por extensão, os outros povos europeus lidaram com o fim dos seus impérios coloniais, depois de ao longo de séculos terem construído uma grande parte da sua riqueza, do seu poder e das suas identidades com base na expansão imperial e na conquista e exploração de territórios além-mar? O livro Portugal e os Retornados.
50 Anos de Abril
Em 2024 assinalam-se os 50 anos do 25 de Abril de 1974 e a consequente instalação do regime democrático em Portugal. As datas redondas prestam-se a balanços e tal faz ainda mais sentido quando se comemora uma revolução democrática. Juntando-se a muitas outras obras de análise sobre as ruturas, mudanças e continuidades na sociedade portuguesa publicadas este ano, o livro 50 Anos de Abril: Questões Ambientais, Sociais e Territoriais tem justamente a particularidade de olhar para o país por via das questões ambientais e do ordenamento do território.
Coroa, Legitimidade e Modernidade
A Monarquia tem-se revelado, nos últimos anos, um objeto de investigação cada vez mais rico e diversificado. O papel fundamental que esta instituição desempenhou, e por vezes ainda desempenha, na sociedade moderna e no desenvolvimento da contemporaneidade justifica o seu estudo.
Jovens e Educação Sexual
FAMÍLIA, ESCOLA, colegas, profissionais de saúde, tecnologias de informação e comunicação constituem algumas das fontes de informação, recurso ou suporte em matéria de relações amorosas e sexuais. De que forma intervêm na educação sexual dos jovens em Portugal? Qual o seu papel, de modo geral, e em questões tão sensíveis como a orientação sexual ou os comportamentos considerados de risco? E o que sabemos sobre as dificuldades sentidas pelos jovens acerca da comunicação sobre estes temas?



