Seminários GI
De trabalhadores a colaboradores: capital humano e empresas de trabalho temporário
Ser brasileira em Lisboa: um olhar sobre a experiência quotidiana de mulheres imigrantes
Provir de berço fadista: uma visão familista do despontar para o fado
Elites Administrativas e Mudança Política em Portugal
comentadora: Joana Ramalho
Degradação de um rio urbano e acção colectiva no Grande Porto
Europeanization of Foreign Policy
Devem as mulheres falar ou calar? Os custos e benefícios sociais de confrontar sexismo
Neste seminário, irão ser apresentados estudos sobre os custos sociais associados à denúncia de episódios de preconceito e discriminação. Nomeadamente, irão ser analisados os factores que poderão moderar os efeitos de se confrontar o sexismo e a discriminação de género.
Manuela Barreto doutorou-se em Psicologia Social pela Universidade Livre de Amsterdão em 2000.
Professora Associada na Universidade de Leiden até 2008, é actualmente investigadora do Centro de Investigação e Intervenção Social (CIS) no ISCTE - Instituto Universitário de Lisboa.
Memória colectiva e identidades sociais: estudos comparativos
Frequentemente as memórias de conflitos passados constituem um entrave ao diálogo entre grupos e comprometem as suas relações futuras. A boa gestão das memórias colectivas constitui um elemento crucial para o sucesso dos processos de reconciliação entre grupos.
Neste seminário, iremos discutir o papel das memórias do passado colonial na estruturação das narrativas identitárias pós-coloniais a partir dos resultados preliminares de estudos comparativos realizados em Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e Portugal.
Tendências de modernização administrativa nos países europeus e da OCDE, em contexto de crise
Sumário: Praticamente todos os países europeus e da OCDE desenvolvem programas de modernização e reforma administrativa, no essencial pelas seguintes razões:
Realidade ou mito: o poder do carisma na política
Sumário: A liderança carismática tem estado no centro de muitas discussões, teorizações e demonstrações empíricas. Originalmente um termo religioso, "dom ou graça", a introdução do carisma no mundo das ciências sociais deve-se a Max Weber. O sociólogo alemão definiu a relação carismática como uma relação pessoal e emocional entre líder e seguidores, a qual implica a "rendição" dos seguidores às qualidades heróicas e salvíficas do líder, em tempos de crise e convulsão.



