I e II grande inquérito sobre sustentabilidade em Portugal

I e II grande inquérito sobre sustentabilidade em Portugal

O II Grande Inquérito sobre Sustentabilidade em Portugal, dará continuidade ao primeiro, com um foco especial na alimentação saudável e sustentável. O ICS-ULisboa, parceiro estratégico na Missão Continente, propõe-se elaborar e operacionalizar este II Grande Inquérito sobre Sustentabilidade em Portugal. O inquérito por questionário será administrado face a face a uma amostra representativa das famílias portuguesas (tipologia de famílias, Região-NUTS 2, Urbano/rural), com sub-amostras para Lisboa e Porto. Serão realizados cerca de 1600 inquéritos em Portugal e Ilhas.

O desenho do questionário vai incluir três blocos principais:

1) Um primeiro bloco que repete algumas questões realizadas no primeiro inquérito, nomeadamente sobre a sensibilidade e as representações sociais dos portugueses sobre sustentabilidade. Conhecimentos, preocupações e conteúdos relativamente à questão da sustentabilidade. O que é que os portugueses associam a esse termo? Que dimensões cognitivas são convocadas? Poupança, prudência, frugalidade, suficiência, precaução, dimensões ambientais, sociais e económicas... No fundo trata-se de medir o pulso à problemática da sustentabilidade no caso da população portuguesa.

2) Um segundo bloco em que se exploram as questões mais específicas da temática em análise – alimentação saudável e sustentável – segundo várias dimensões. Os grandes campos analíticos propostos são:

a. Alimentação saudável: questões sobre significados de alimentação e saúde que terão de refletir as dimensões da economia, justiça social e ambiente (perceções sobre qualidade alimentar, critérios de compra); políticas públicas sobre alimentação saudável (atitudes e expectativas), atitudes face à aplicação da taxa nos refrigerantes (açúcar), refeições vegetarianas nas escolas, redução de sal. Perceções de risco alimentar (e.g., OGM, químicos artificiais), atitudes face à comunicação de risco alimentar, atitudes face à certificação, rotulagem e informação sobre os alimentos.

b. Alimentação sustentável: significados e atitudes em relação à agricultura biológica, fontes de informação e confiança, atitudes face às politicas publicas sobre agricultura biológica; produção local/ regional, quilómetros alimentares…

c. Desperdício Alimentar: Atitudes e práticas sobre desperdício alimentar, destinos do lixo, reciclagem, compostagem e economia circular...

d. Consumo, experiências e vivências: perfis de consumo, representações da experiência de consumo alimentar (consciência, prazer, disciplina, suficiência, gosto).

3) Um terceiro bloco, mais curto, dirá respeito às mudanças de consumo no período que podemos designar de ‘pós-crise’ – desde o retomar de algumas práticas, até à manutenção dos novos hábitos adquiridos no período da crise, sempre destacando as questões ligadas à alimentação.

Antes da aplicação do inquérito realizar-se-ão alguns grupos focais na região de Lisboa para apurar dimensões simbólicas relacionadas com esta temáticas. Os grupos focais são com diferentes grupos sociais (mulheres com filhos ou netos; membros de famílias com baixos rendimentos; jovens sem filhos).

 

Estatuto: 
Entidade proponente
Financiado: 
Sim
Keywords: 

Sustentabilidade, Consumo, Alimentação, Valores Socioculturais e Práticas sociais

O II Grande Inquérito sobre Sustentabilidade em Portugal, dará continuidade ao primeiro, com um foco especial na alimentação saudável e sustentável. O ICS-ULisboa, parceiro estratégico na Missão Continente, propõe-se elaborar e operacionalizar este II Grande Inquérito sobre Sustentabilidade em Portugal. O inquérito por questionário será administrado face a face a uma amostra representativa das famílias portuguesas (tipologia de famílias, Região-NUTS 2, Urbano/rural), com sub-amostras para Lisboa e Porto. Serão realizados cerca de 1600 inquéritos em Portugal e Ilhas.

O desenho do questionário vai incluir três blocos principais:

1) Um primeiro bloco que repete algumas questões realizadas no primeiro inquérito, nomeadamente sobre a sensibilidade e as representações sociais dos portugueses sobre sustentabilidade. Conhecimentos, preocupações e conteúdos relativamente à questão da sustentabilidade. O que é que os portugueses associam a esse termo? Que dimensões cognitivas são convocadas? Poupança, prudência, frugalidade, suficiência, precaução, dimensões ambientais, sociais e económicas... No fundo trata-se de medir o pulso à problemática da sustentabilidade no caso da população portuguesa.

2) Um segundo bloco em que se exploram as questões mais específicas da temática em análise – alimentação saudável e sustentável – segundo várias dimensões. Os grandes campos analíticos propostos são:

a. Alimentação saudável: questões sobre significados de alimentação e saúde que terão de refletir as dimensões da economia, justiça social e ambiente (perceções sobre qualidade alimentar, critérios de compra); políticas públicas sobre alimentação saudável (atitudes e expectativas), atitudes face à aplicação da taxa nos refrigerantes (açúcar), refeições vegetarianas nas escolas, redução de sal. Perceções de risco alimentar (e.g., OGM, químicos artificiais), atitudes face à comunicação de risco alimentar, atitudes face à certificação, rotulagem e informação sobre os alimentos.

b. Alimentação sustentável: significados e atitudes em relação à agricultura biológica, fontes de informação e confiança, atitudes face às politicas publicas sobre agricultura biológica; produção local/ regional, quilómetros alimentares…

c. Desperdício Alimentar: Atitudes e práticas sobre desperdício alimentar, destinos do lixo, reciclagem, compostagem e economia circular...

d. Consumo, experiências e vivências: perfis de consumo, representações da experiência de consumo alimentar (consciência, prazer, disciplina, suficiência, gosto).

3) Um terceiro bloco, mais curto, dirá respeito às mudanças de consumo no período que podemos designar de ‘pós-crise’ – desde o retomar de algumas práticas, até à manutenção dos novos hábitos adquiridos no período da crise, sempre destacando as questões ligadas à alimentação.

Antes da aplicação do inquérito realizar-se-ão alguns grupos focais na região de Lisboa para apurar dimensões simbólicas relacionadas com esta temáticas. Os grupos focais são com diferentes grupos sociais (mulheres com filhos ou netos; membros de famílias com baixos rendimentos; jovens sem filhos).

 

Objectivos: 
O objetivo deste projeto é repetir algumas questões gerais realizadas no primeiro inquérito e dedicar vários blocos específicos às temáticas da alimentação, desperdício alimentar, economia circular e rastreabilidade/transparência dos produtos.
Parceria: 
Não Integrado
Pedro Prista

Barómetro de desenvolvimento sustentável

Coordenador 
Data Inicio: 
01/01/2016
Data Fim: 
30/06/2019
Duração: 
6 meses
Em curso