Inovações Democráticas em Portugal (I fase)
Inovações Democráticas em Portugal (I fase)
A participação cívica e política, nas suas múltiplas formas, constitui a pedra angular da democracia. O conceito de Inovação Democrática designa, no âmbito do debate científico, o potencial que novas formas de participação para além do voto eleitoral têm para revigorar a democracia num período histórico particularmente desafiador. As práticas participativas que adotam abordagens diversificadas com vista a um maior envolvimento da cidadania nas políticas públicas são, em geral, designadas como inovações democráticas.
A crescente insatisfação com o funcionamento das instituições democráticas e a desconfiança em relação aos representantes eleitos em Portugal têm vindo a suscitar um questionamento sobre o potencial das IDs na atualidade. Contudo, para uma análise mais rigorosa desse potencial, é imprescindível construir uma “arqueologia” das IDs no país, contemplando as diferentes formas de participação cívica e política desenvolvidas desde a instauração do regime democrático em 1974.
Este projeto tem como objetivo contribuir para o cumprimento desta meta, através da identificação e caracterização das inovações democráticas documentadas em Portugal nos últimos 50 anos.
A equipa de projeto é composta por membros do ICS e do ISCTE-IUL sob a coordenação de Roberto Falanga e é coadjuvada por um grupo de aconselhamento composto por especialistas nacionais.
- Equipa ICS: Roberto Falanga, João Moniz, José Ribeiro, Kadir Çoban
- Equipa ISCTE-IUL: José Santana Pereira, Filipe Casimiro, Laura Pomesano
- Grupo de aconselhamento: João Ferrão (ICS-ULisboa), Filipe Teles (Universidade de Aveiro), André Carmo (Universidade de Évora)
Inovações democráticas; participação; deliberação
A participação cívica e política, nas suas múltiplas formas, constitui a pedra angular da democracia. O conceito de Inovação Democrática designa, no âmbito do debate científico, o potencial que novas formas de participação para além do voto eleitoral têm para revigorar a democracia num período histórico particularmente desafiador. As práticas participativas que adotam abordagens diversificadas com vista a um maior envolvimento da cidadania nas políticas públicas são, em geral, designadas como inovações democráticas.
A crescente insatisfação com o funcionamento das instituições democráticas e a desconfiança em relação aos representantes eleitos em Portugal têm vindo a suscitar um questionamento sobre o potencial das IDs na atualidade. Contudo, para uma análise mais rigorosa desse potencial, é imprescindível construir uma “arqueologia” das IDs no país, contemplando as diferentes formas de participação cívica e política desenvolvidas desde a instauração do regime democrático em 1974.
Este projeto tem como objetivo contribuir para o cumprimento desta meta, através da identificação e caracterização das inovações democráticas documentadas em Portugal nos últimos 50 anos.
A equipa de projeto é composta por membros do ICS e do ISCTE-IUL sob a coordenação de Roberto Falanga e é coadjuvada por um grupo de aconselhamento composto por especialistas nacionais.
- Equipa ICS: Roberto Falanga, João Moniz, José Ribeiro, Kadir Çoban
- Equipa ISCTE-IUL: José Santana Pereira, Filipe Casimiro, Laura Pomesano
- Grupo de aconselhamento: João Ferrão (ICS-ULisboa), Filipe Teles (Universidade de Aveiro), André Carmo (Universidade de Évora)








