Miguel Bandeira Jerónimo
Miguel Bandeira Jerónimo (PhD King's College London, 2008) é Investigador do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra, Portugal. É Professor no programa de doutoramento em Patrimónios de Influência Portuguesa (III/CES) da Universidade de Coimbra (desde 2012), do qual é co-coordenador científico (desde 2016). É ainda Professor Assistente da Faculdade de Ciências Sociais da Universidade Nova de Lisboa, Portugal. Foi Investigador no Instituto Universitário Europeu (Florença, Itália), Professor Visitante na Universidade de Brown (EUA, 2001 e 2012) e Investigador Visitante no King's College London, Universidade de Londres (2012-2013). Entre 2009 e 2015 foi investigador do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa. Os seus interesses de pesquisa centram-se na História Global e Comparada do Imperialismo e do Colonialismo (Sécs. XVIII-XX). Coordenou o projecto internacional Internationalism and Empire: The Politics of Difference in the Portuguese Colonial Empire in Comparative Perspective (1920-1975) e o projecto Change to Remain? Welfare Colonialism in European Colonial Empires in Africa (1920-1975), ambos financiados pela Fundação para a Ciência e Tecnologia. Coordena actualmente o projecto internacional The Worlds of (Under)Development: processes and legacies of the Portuguese colonial empire in a comparative perspective (1945-1975), também financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia. É ainda co-editor da colecção História & Sociedade nas Edições 70 e da colecção The Portuguese Speaking World: Its History, Politics and Culture na Sussex Academic. É co-editor do E-Journal of Portuguese History (Brown University).
Livros Brancos, Almas Negras
Este estudo tem como objecto central a análise histórica da proclamada «missão civilizadora» do colonialismo português entre 1870 e 1930, período marcante da história colonial nacional e internacional. Os seus fundamentos, os seus princípios e justificações, assim como as suas reais concretizações, são avaliados na sua relação com o aspecto fundamental do colonialismo português de finais de Oitocentos e de princípios de Novecentos: a questão do trabalho indígena.


