| Índice |
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| Agradecimentos |
11 |
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Prefácio: As metamorfoses de um livro e de um historiador
Pedro Cardim
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15 |
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Prefácio: Visões de Portugal no pensamento social brasileiro
Frederico Ágoas
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23
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| Introdução |
31 |
| Capítulo 1: Reflexões (prévias) |
45 |
| 1. Da presunção da coerência |
45 |
| 2. História afirmativa e história negativa |
49 |
| Capítulo 2: (Re)visões |
53 |
| 1. Raiz em mutação, radical livre |
54 |
| 2. Do essencialismo ao «orientalismo» |
60 |
| 3. Transformações exógenas: o caso de Antonio Candido (1967) |
66 |
| Capítulo 3: Relações |
69 |
| 1. 1922 e o modernismo |
69 |
| 2. O período alemão e as raízes vitalistas |
73 |
| 3. Mestres franceses nos trópicos |
75 |
| 4. Ventos do Norte |
77 |
| 5. Portugal, fraca mostra de si mesmo |
81 |
| Capítulo 4: Razões |
97 |
| 1. Vargas e a redemocratização: o homem ibérico não pode ser liberal? |
97 |
| 2. O organicismo perdido e os males do coração |
104 |
| 3. A desfreyrização de Sérgio Buarque |
116 |
| 4. O nexo materialista: o português como anti-proletário |
122 |
| Capítulo 5: Receções e reações |
129 |
| 1. Receção da primeira edição de Raízes do Brasil em Portugal (1936–1943) |
129 |
| 2. Jorge Dias e «Os elementos fundamentais da cultura portuguesa» (1950) |
136 |
| 3. O embate com Jaime Cortesão, de 1952 até hoje |
145 |
| 4. A penumbra lusotropical |
152 |
| Capítulo 6: Ramificações e regressos |
157 |
| 1. Galho torto, caso feio ou a tranquilidade de se ser o que se é |
158 |
| 2. Torna-viagem no emaranhado da (super)identidade luso-brasileira |
169 |
| Conclusões |
179 |
Posfácio: O revisionismo de Sérgio Buarque de Holanda
Arthur Alfaix Assis |
193 |
| Bibliografia |
201 |