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2017
pelas nações ao formularem seus
targets
para teto de emissões, e bem-estar, justiça e direitos como
tópicos morais a serem considerados para a formulação de políticas de mitigação e adaptação (IPCC,
2014d).
No entanto, o relatório analítico elaborado pela Comissão Mundial de Leis Ambientais sobre os
princípios éticos aplicados por 15 países sobre seus comprimissos de emissões no Acordo de Paris 2015
conclui que
“muitas nações estão ou ignorando suas responsabilidades éticas ao formularem suas
políticas nacionais do clima ou baseando suas políticas nacionais em premissas normativas
controversas”
(Brown, 2014, p. xx, tradução livre da autora). Segundo o relatório da Comissão, essa seria
uma das razões porque as políticas nacionais deveriam ser submetidas a uma avaliação pública sob as
lentes da ética.
Uma das recomendações apresentadas no relatório analítico da Comissão fala sobre sensibilizar
o público para questões éticas e de justiça. Os autores do relatório sugerem que esta sensibilização
possa ser feita particularmente sobre o “conceito de um balanço global de carbono” e a necessidade de
que todos os emissores façam sua parte e que os maiores emissores reduzam mais suas emissões que os
menores emissores. Os autores consideram que representações visuais sobre questões de equidade
sobre emissão de carbono possam ser úteis no processo de sensibilização sobre Ética Climática (Brown,
2014, pp. xxvii-xxviii).
Divulgação Científica
No dia 23 de janeiro de 2015, a autora líder do jogo e os demais autores fizeram uma
apresentação oral da monografia elaborada para a cadeira de Ciências das Alterações Climáticas (Prado
et al, 2015a). A cadeira é ministrada no primeiro semestre do Programa Doutoral Alterações Climáticas e
Políticas de Desenvolvimento Sustentável pelo Prof. Dr. Filipe D. Santos, diretor do Programa. A
apresentação ocorreu no Instituto de Ciências Sociais (ICS), Portugal.
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