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2015
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“objectivas” e “percebidas” que condicionam a pedonalidade, macro-contexto e factores
individuais que as influenciam, comportamentos e outros possíveis resultados no plano
individual e comunitário, assinalando também processos e princípios a ter em conta nas
complexas dinâmicas que se estabelecem entre esses vários aspectos ao longo do tempo.
Fig. 1 Pedonalidade e Envelhecimento Saudável: Enquadramento conceptual
A evolução na
medição dos atributos ambientais
“objectivos” e “percebidos” é uma das
vertentes que vem sendo assinalada como essencial, quer para ultrapassar lacunas e
inconsistências na investigação empírica, quer para apoiar a implementação de acções
“baseadas na evidência” e participativas, promotoras de ambientes urbanos favoráveis à
pedonalidade de pessoas de todas as idades e condições.
O
projecto AUPE
- “Ambiente Urbano e Participação para um Envelhecimento saudável”,
promovido, entre 2013 e 2015, pelo Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa
em colaboração com o Instituto do Envelhecimento e entidades locais, visou desenvolver e
testar instrumentos de recolha sistemática de informação sobre as condições de
pedonalidade em espaços públicos urbanos, em Portugal e na perspectiva da população
idosa.
Foram assim criados dois instrumentos complementares. Ambos são métodos espaciais, ou
seja, aplicáveis a (pequenas) unidades geográficas delimitadas, a partir do contacto directo
com o ambiente a avaliar, e ambos produzem resultados quantificados, comparáveis entre




