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2015
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2009; Gauvin
et al.
, 2005), bem como a exploração adicional da sua estrutura (e.g. através
de análises factoriais e/ou de regressão múltipla).
Os índices sumativos já propostos para o VePe65+ (ver Aplicação-piloto: exemplos de
análise de resultados ii)) são ainda formulações experimentais, a validar e/ou redefinir com
base em resultados mais alargados, porventura complementados com recurso a outros
procedimentos e critérios (e.g., ponderações resultantes de consulta a peritos ou
utilizadores; análises factoriais - e.g., Brownson
et al.
2004; Keast
et al.
, 2011; Schaefer-
McDaniel
et al.
, 2010).
• Exploração de diferentes condições de aplicação e adaptações do Vepe65+
A possibilidade de aplicação da ferramenta VePe65+ por leigos, designadamente
voluntários seniores, requer igualmente uma testagem mais alargada e eventuais
adaptações no próprio instrumento, bem como nas instruções, preparação e
enquadramento dos aplicadores.
Poder-se-ão, por outro lado, conceber e explorar outros tipos de adaptações ao VePe65+:
e.g. preenchimento parcial com recurso a Google Street View (e.g. Rundle
et al.
, 2011);
aplicação com recurso a dispositivos móveis, com ou sem georreferenciação (útil para
obviar também ao dispêndio significativo de tempo com a codificação e introdução manual
de dados para análise, na actual versão em papel); versão para preenchimento online,
porventura enquadrada num sistema de participação cidadã do tipo
Public Participation
GIS
(e.g. Ganapati, 2011; Sieber, 2011).
• Conjugação de dados
Tendo sido o VePe65+ concebido para recolher informação que não está disponível noutras
fontes, deverá ser idealmente complementado com dados objectivos (e.g. espaciais e
sociodemográficos) obtidos por outros métodos (e.g. arquivos SIG, censos populacionais).
Uma tal caracterização técnica, baseada em atributos objectiváveis do ambiente construído
e social, não dispensa, por outro lado, a utilização de metodologias que captem a
percepção subjectiva dos utilizadores sobre os espaços em causa (e.g. SeGAPe65+ -
Almeida, 2015), ambos os tipos de informação remetendo, tudo indica, para constructos
distintos, relevantes para entender a mobilidade e outros comportamentos e impactos na
saúde e no bem-estar dos cidadãos mais velhos (e.g. Rosso
et al.
, 2011).




