ICS Portugal Social em Mudança 2017 - Retratos Municipais

II Agregados Unipessoais Esta variável é constituída com base nas pessoas que vivem sozinhas. O número médio destes agregados unipessoais é 21,7%, ou seja, o peso destes agregados por município representa um pouco mais de uma em cada cinco (Quadro 5.2). Porém, atendendo aos valores máximo e mínimo, as diferenças entre municípios são abismais, 41,4% e 9,2%, respetivamente. Há municípios em que quase metade dos agregados é unipessoal, enquanto noutros não vão além de 10%. Estas diferenças territoriais estão espelhadas na Figura 5.4. Seguindo o critério da distribuição por quartis, emerge um país tripartido: a) Os agregados unipessoais distribuem-se por uma grande parte do país, marcando, sobretudo, o Interior e o Sul do país. b) O Litoral do país, a partir da península de Setúbal e em direção ao norte, apresenta percentagens moderadas (19,5%-21,8%) ou baixas (< 19,5%) de agregados unipessoais. c) Sublinha-se, no entanto, que é quase exclusivamente no Litoral Norte que se observam os valores mais baixos de agregados unipessoais. MÁXIMO MÉDIA VIVE SÓ (unidade doméstica constituída por uma pessoa) 21,7 41,4 MÍNIMO 9,2 AGREGADOS UNIPESSOAIS Quadro 5.2 Agregados unipessoais, médias, valores máximo e mínimo, Portugal, 2011 Fonte: Cálculos próprios sobre os dados do Recenseamento Geral da População, 2011. Figura 5.4 Agregados unipessoais, por município, 2011 (%) Fonte: Cálculos próprios sobre os dados do Recenseamento Geral da População, 2011. BAIXO (<19,4) MÉDIO-BAIXO (19,4 - 21,8) MÉDIO-ALTO (21,9 - 24,3) ALTO (>24,3) 61 0 50 Km

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